| Turvo, a Capital do Arroz |
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A colonização de Turvo começou com os italianos Marcos Rovaris e Martinho Guizzo, que abriram estradas para o Estado e receberam como pagamento grandes extensões de terras. Rovaris instalou-se entre Jundiá e Amola-Faca, enquanto Guizzo ficou com o quinhão entre os rios Amola-Faca e Pinheirinho. Em 1912, um primo de Rovaris, Ângelo, comprou um terreno no Baixo Rio Turvo e ali iniciou o cultivo das terras. Também construiu um engenho de farinha e uma serraria, atraindo colonos para a vizinhança. Um dos primeiros a chegar foi Antônio Bez Batti, em 1913, vindo de Urussanga. Ele iniciou a derrubada da mata no local onde hoje se situa a sede do município e depois foram erguidas a primeira venda e a capela. Bez Batti batizou o município de Turvo, devido às águas turvas do rio próximo de onde se instalou com a família. Em 1930, Turvo foi elevado a distrito de Araranguá, emancipando-se em 30 de dezembro de 1948. A história de Turvo é contada no livro “Turvo, Terra e Gente”, de João Colodel, editado pela Fundação Catarinense de Cultura. Características Conhecido como Capital da Mecanização Agrícola e do Arroz, o município exibe seu potencial econômico a cada dois anos, na Festa do Colono.
Turismo É na Festa do Colono, que acontece a cada dois anos, que Turvo exibe seu potencial econômico. Cultiva essencialmente arroz, milho e fumo e teve um grande impulso econômico no início da década de 1980, após adotar o programa de irrigação. É conhecida como “Capital da Mecanização Agrícola e do Arroz”, já que é o município com o maior índice de mecanização da lavoura no País. A principal atração da Festa do Colono é a Arrancada Catarinense do Trator, uma competição levada tão a sério que os agricultores chegam a “envenenar” os motores de seus tratores. Mais Informações: www.turvo.sc.gov.br |

